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12/03/2019

Prefeitura intensifica ações de combate à infestação por Aedes aegypti em bairros de Santa Maria


Primeiro levantamento de 2019 aponta alto risco para epidemia por circulação viral

A Superintendência de Vigilância Ambiental em Saúde da Prefeitura de Santa Maria divulga os resultados do primeiro Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa) de 2019. De 4 de fevereiro a 2 de março, foram encontrados 142 focos do mosquito distribuídos em 19 dos 41 bairros do Município. Esse é um dos levantamentos com resultados mais expressivos desde a primeira divulgação do LIRAa, em 2016. Por isso, equipes da Prefeitura reforçam o trabalho em campo e intensificam ações educativas junto à população.

“As características climáticas que tivemos em dezembro e janeiro contribuíram para esses números. Foram semanas inteiras de umidade seguidas de dias muito quentes. Tudo isso acelera o acúmulo de água, formando criadouros dentro das casas das pessoas, que não tomam os cuidados necessários para a proliferação”, explica Denoid Mezeck, coordenador técnico de campo da Vigilância Ambiental em Saúde.

O levantamento é uma determinação do Ministério da Saúde. Para a realização do trabalho, foram inspecionados 3.170 imóveis, sendo o bairro Juscelino Kubitschek com o maior número de focos, seguido da Nova Santa Marta (confira abaixo). Do total de criadouros de Aedes aegypti, 40,5% estão em depósitos móveis, como vasos e pratos de plantas, bebedouros e depósitos de construção, e 19,62%, em sucatas e entulhos de construção. 

Conforme a Superintendência, o município se encontra em situação de alto risco para epidemia de circulação viral, ou seja, não se tem o vírus circulando. No último LIRAa de 2018, foram identificados 47 focos. Por isso, uma equipe de 18 agentes da Prefeitura, com apoio da 4ª Coordenadoria Regional em Saúde, já começa a trabalhar na eliminação desses focos, principalmente nos Pontos Estratégicos, locais que acumulam água independentemente do clima, como cemitérios e borracharias.

“Usamos larvacidas nos recipientes que não podem ser descartados para eliminar os criadouros. Também atuamos na verificação de denúncias da população, como em terrenos baldios, além de atividades educativas a cada visita em residências, explicando onde está o problema e explicando o que deve ser feito”, esclarece Mezeck.

Denúncias podem ser feitas pela Ouvidoria do Município, pelo telefone 156.

Bairros com maior número de focos:
- Juscelino Kubitschek – 14 focos
- Nova Santa Marta – 13 focos
- Bonfim – 9 focos
- João Goulart, Dores, Medianeira, Urlândia e Perpétuo Socorro – 7 focos cada um
- Menino Deus, Rosário e Passo D´Areia – 5 focos cada um
- Itararé, Caturrita e Tancredo Neves – 4 focos cada um
- São João, São José, Nossa Senhora de Lourdes, Duque de Caxias e Camobi – 3 focos cada um
- Km 3, Diácono João Luiz Pozzobon, Chácara das Flores, Salgado Filho, Agroindustrial, Nossa Senhora de Fátima, Divina Providência e Tomazzetti – 2 focos cada um
- UFSM, Lorenzi, Parque Pinheiro Machado, Centro, Cerrito, Dom Antônio Reis, Carolina e Renascença – 1 foco cada um 

Texto: Manuela Vasconcellos (Mtb: 14.102)
Fotos: Arquivo
Superintendência de Comunicação
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